segunda-feira, 7 de junho de 2010

Imagens de Pedro II - A terra da Opala

Uma seleção de imagens da bela cidade de Pedro II feitas em recente visita, durante o 7º Festival de Inverno da cidade, evento anual que já faz parte do calendário turístico da cidade.



































História de Pedro II

O município de Pedro II está localizado na mesorregiao do Norte piauiense, na microrregiao de campo Maior a cerca de 195 Km da capital do estado, Teresina. A altitude média do município é de 550 m. Conhecida regionalmente como “a terra da opala e do artesanato” também chamada carinhosamente de “Suíça Piauiense”, Pedro II possui um clima ameno (tropical megatérmico e subúmido em torno de 18 a 28 graus centígrados), característico das regiões serranas. É o segundo município mais frio do Estado do Piauí, perdendo apenas para Paulistana.
A sede do município está localizada a 41º 27´ 28´´ de longitude Oeste a uma altitude média de 630 m, possui um relevo moderado com rochas sedimentares, destacando-se as Serras: do Pedro, da Cangalha, da Extrema, do Tetéu e das Pitombeiras.

O município passou a chamar-se de Pedro II a 25 de agosto de 1855. Isso durou até mais ou menos 28 de dezembro de 1889 quando voltou a chamar-se Matões, sua denominação anterior. Tal fato deveu-se à queda do Império e a divergências locais. Em 21 de fevereiro de 1891, através do decreto nº 50 assinado pelo governador do Estado, Gabriel Ferreira, a Vila Matões foi elevada à categoria de cidade com o nome de Itamaraty. Mas novamente em 13 de julho de 1911 o governador do Estado Antonio Freire da Silva restabeleceu em definitivo a denominação de Pedro II, carinhosa homenagem ao Imperador do Brasil, D. Pedro II.

Fonte: Portal Pedro II

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Imagens e história de Ipiranga

Seleção de imagens feitas durante recente passagem pela cidade de Ipiranga.

Ipiranga é uma cidade da região Sudeste Piauiense, microrregião de Picos. Chamava-se Buriti, obteve autonomia política em 1960, está a 424m de altitude, tem clima tropical semi-árido e em 2007 o IBGE estima a sua população em 9.307 habitantes.















História da cidade


Na época do surgimento da localidade Buriti, antigo nome do município de Ipiranga do Piauí, a exploração da mandioca era um grande negócio. Muitos comerciantes de origem italiana vieram do Ceará e fixaram residência no local. A maniçoba tinha mercado garantido e preços elevados, o que fez a população prosperar. Em 1946, houve a queda no comércio da maniçoba.

Com a falência dos comerciantes, a lavoura foi a solução de subsistência para a população. A vegetação local é predominantemente de caatinga arbórea e campo cerrado, com clima tropical semi-árido e período seco variando entre sete e oito meses. O forte, atualmente, na cidade é o comércio de doces. A fabricação de doces artesanais é incentivada e a comercialização é facilitada dentro e fora do Estado.


Fonte: Wikimapia.org




segunda-feira, 24 de maio de 2010

Imagens e história de Paulistana




HISTÓRIA DA CIDADE

O Município de Paulistana ter-se-ia originado de uma fazenda de criação de gado fundado pelo bandeirante paulista Domingos Jorge Velho, por volta de 1663, dando-lhe o nome de Paulista, em homenagem a seus conterrâneos. Outros atribuem ao português Valério Coelho a fundação de uma fazenda de criação de gado, em princípio do ano de 1730, à qual deu o nome de Paulista, homenagem a sua mulher Dona Domiciana Vieira Martins, natural de São Paulo. Inúmeros adventistas, vindos das províncias vizinhas, se estabeleceram nas imediações da fazenda que rapidamente cresceu, tornando-se, em pouco tempo, um núcleo populacional de relativa expressão. Em virtude do crescente desenvolvimento da povoação, foi instituído um Juizado de Paz em 1829, e, em 1883, foi criada a Paróquia de Nossa Senhora dos Humildes, Padroeira da Cidade. No mesmo Ato foram estabelecidos os seus limites, ficando para o ano de 1888 sua instalação canônica. Paulista adquiriu, também, a categoria de Cidade, no ano de 1938, e, em 1944 passou a chamar-se Paulistana, por força da legislação federal que proibia a duplicidade de topônimos.














Fonte: Biblioteca do IBGE

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Igrejas Católicas Piauienses

As Igrejas católicas representam um marco na historia de cada cidade. Geralmente o principal cartão postal de cada cidade sempre é Igreja Católica. As cidades piauiense tem belas Igrejas com padrões arquitetônicos dos mais variados. Como primeiro destaque das Igrejas do Piauí apresento as principais Igrejas da cidade de Oeiras, primeira capital do Piauí.



Catedral de Nossa Senhora da Vitória


Igreja de Nossa Senhora do Rosário


Igreja de Nossa Senhora da Conceição



terça-feira, 11 de maio de 2010

Elesbão Veloso

Elesbão Veloso é uma cidade localizada no centro do estado do Piauí, distante 165Km da capital Teresina. Possui clima semi-árido. Sua vocação é a pecuária voltada para caprinocultura tanto que é conhecida como a terra do bode. Possui população em torno de dezesseis mil habitantes.

Imagens da cidade













Elesbão Veloso antes da emancipação era conhecida como povoado Coroatá pois localiza-se às margens de um riacho que leva o mesmo nome. Nome este dado em virtude da grande quantidade de frutos de coroatá encontrado na região. Quando da emancipação recebeu este nome de Elesbão Veloso em honra ao diretor dos ECT - Empresa de Correios e Telégrafos da época que instalou uma agência dos correios na no povoado. O nome dele era Elesbão de Castro Veloso. Fato curioso é que o homem que deu o nome da cidade nunca chegou a conhecê-la

Fonte: Wikipedia.org.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Lenda do Cabeça de Cuia

Monumento Cabeça de Cuia - Parque Enontro dos Rios


Semana passada comemorou-se o dia do Cabeça de Cuia, um personagem muito famoso no folclore Piauiense. A Prefeitura de Teresina criou o Dia do Cabeça de Cuia no ano de 2003, na qual é comemorado na ultima sexta feira do mês de Abril.

A lenda conta que Crispim era um jovem rapaz, originário de uma família muito pobre, que vivia na pequena Vila do Poti (hoje, Poti Velho, bairro da zona norte de Teresina). Seu pai, que era pescador, morreu muito cedo, deixando o pequeno Crispim e sua velha mãe, uma senhora doente, sem nenhuma fonte de sustento. Sendo assim, Crispim teve que começar a trabalhar ainda jovem, também como pescador.

Um dia, Crispim foi a uma de suas pescarias, mas, por azar, não conseguiu pescar absolutamente nada. De volta à sua casa, descobriu que sua mãe havia feito para o seu almoço apenas uma comida rala, acompanhado de um suporte de boi (osso da canela do boi). Como Crispim jazia de fome e raiva, devido à pescaria fracassada, enfureceu-se com a miséria daquela comida e decidiu vingar-se da mãe por estarem naquela situação. Então, em um ato rápido e violento, o jovem golpeou a cabeça da mãe, a deixando a beira da morte. Dizem, até mesmo, que de onde deveria sair o tutano do osso do boi, escorria apenas o sangue da mãe de Crispim.

Porém, a velha senhora, antes de falecer, rogou uma maldição contra seu filho, que lhe foi atendida. A maldição rezava que Crispim transformasse-se em um monstro aquático, com a cabeça enorme no formato de uma cuia, que vagaria dia e noite e só se libertaria da maldição após devorar sete virgens, de nome Maria.

Com a maldição, Crispim enlouquecera, numa mistura de medo e ódio, e correu ao rio Parnaíba, onde se afogou. Seu corpo nunca foi encontrado e, até hoje, as pessoas mais antigas proíbem suas filhas virgens de nome Maria de lavarem roupa ou se banharem nas épocas de cheia do rio. Alguns moradores da região afirmam que o Cabeça de Cuia, além de procurar as virgens, assassina os banhistas do rio e tenta virar embarcações que passam pelo rio.

Outros também afirmam que Crispim ou, o Cabeça de Cuia, procura as mulheres por achar que elas, na verdade, são sua mãe, que veio ao rio Parnaíba para lhe perdoar. Mas, ao se aproximar, e se deparar com outra mulher, ele se irrita novamente e acaba por matar as mulheres.

O Cabeça de Cuia, até hoje, não conseguiu devorar nem uma virgem de nome Maria.

Fonte: Cabeça de Cuia