Hoje 19 de outubro o Piauí completa 187 anos de história. Embora muitos não aceitem, mas esta é a data em que a Câmara da Vila de São João da Parnaíba proclamou sua emancipação em relação a Portugal, marcando a adesão do Piauí à independência do Brasil.
Para está homenagem classifiquei uma serie de imagens por mim registradas em minhas viagens pelo meu belo Piauí. Parabéns Piauí, “Terra querida filha do sol do Equador”.
Igreja Matriz de Valença do Piauí
Igreja Matriz de União-Pi
Estatua de uma sariema - Balão da entrada do anel viário de São Raimundo Nonato
Vista de São Raimundo Nonato - Foto tirada de cima do Morro da Cruz
Em virtude da aproximação do dia do Piauí que é comemorado dia 19 de outubro, estou destacando hoje o Memorial em homenagem aos Herois do Jenipapo na cidade de Campo Maior.
Um memorial que conta a história da Batalha do Jenipapo, a única luta armada pela independência do Brasil, que aconteceu às margens do rio Jenipapo, em Campo Maior.
Um grupo de camponeses piauienses enfrentou as tropas comandadas por João José da Cunha Fidié, numa luta que se pode considerar romântica e quixotesca, porque usaram paus e ferramentas de uso agrícola contra canhões e outras armas de fogo.
O Monumento Erguido em 1975, inaugurado pelo governador Alberto Silva, está aproximadamente à 07 km do centro da cidade, situado à margem esquerda da BR-343 no sentido Campo Maior/Parnaíba, próximo ao rio Jenipapo.
É considerado o patrimônio histórico mais antigo da cidade, lá estão localizados também alguns artefatos que pertenceram ao Antigo Museu do Couro. Entre esses artefatos estão alguns armamentos usados na Batalha do Jenipapo, além de roupas antigas e artefatos de couro, onde essas peças contam a história de Campo Maior.
Imagens registradas em minha recente visita ao Memorial
Algumas imagens que consegui fazer em uma rápida passagem pela cidade de Novo Oriente do Piauí.
HISTÓRIA DA CIDADE
Em 1943 o rico fazendeiro Severino Antão de Carvalho resolveu doar uma grande extensão de terras para o município de Valença. Quando a notícia se espalhou logo surgiram pessoas de todas as partes que fixaram residência no local. Por conta do desenvolvimento, famílias inteiras que moravam em um outro povoado próximo dali, Barroca Funda, resolveram mudar-se para o novo. Em 1946, o primeiro comerciante da área, João Rufino da Silva construiu a primeira capela do povoado. Já a emancipação só ocorreu graças ao prefeito de Valença na época, Eustáquio Portela e ao filho de Inhuma, Raimundo Gusmão que se empenharam com afinco a causa. O fato, entretanto, só ocorreu em 10 de novembro de 1961 e a instalação dia 15 do mesmo mês, com a mesma denominação.
Significado do Nome
Como o fazendeiro possuía uma fazenda com o nome de Oriente Velho, decidiram batizar o povoado que se formara de Novo Oriente.
Severino de Carvalho, por sua vez, trabalhou muito pelo crescimento da localidade.
O Açude do Bezerro fica situado na cidade de José de Freitas, a 48 km da capital Teresina. O açude é hoje o principal pólo de atração turística da região. Recebe um grande número de visitantes nos fins de semana. Tem uma estrutura básica, com aconchegantes barzinhos e restaurantes que servem deliciosos tira gostos e bebidas geladas. Possui área para banho, prática de jet sky, pesca esportiva e comercial, passeios de lanchas e ultraleves.
O açude possui mais de 10.000.000 m³ de água formando um belíssimo espetáculo da natureza.
A Via-Sacra de Monsenhor Gil fica localizada no Morro do Cruzeiro, uma elevação de aproximadamente 60 metros de altura, a qual tem atraído centenas de pessoas da região e visitantes de outros estados para fazer preces e orações diante uma cruz de madeira colocada no local pelos primeiros habitantes da cidade. Antes da construção da Via-Sacra, e por ser considerado um local místico-religioso, os fiéis se arriscavam muito para subir o morro, devido ao seu difícil acesso.
O Morro do Cruzeiro foi dotado de uma infraestrutura excelente para receber a população, os visitantes e romeiros de todas as idades, com acesso facilitado até o seu topo. A monumental obra da Via-Sacra de Monsenhor Gil impressiona, à primeira vista, pela sua arquitetura. Ela possui 12 estações e pavimentação ao longo de 2 km que começa em frente à Igreja Matriz até chegar à base do morro, o qual teve seu acesso facilitado com a construção de 222 degraus antiderrapantes, corrimões e um templo da ressurreição no alto do mirante do cruzeiro. A vista do topo do morro revela a beleza daquela pacata cidade.