Amanhecendo o dia - passando pela cidade de PicosHistoria, fotos, destaques, eventos e relatos sobre as belezas do Piauí. Contato: jananiaspi@hotmail.com
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Pelas estradas do Piauí II
Amanhecendo o dia - passando pela cidade de Picosquarta-feira, 23 de setembro de 2009
Visitando a cidade de Pimenteiras.
Imagens da minha breve visita à cidade de Pimenteiras, cidade que fica na Microrregião de Valença do Piauí, a
História de Pimenteiras
Por volta de 1865, chegaram os primeiros habitantes de Pimenteiras, destacando-se Evaristo Braz de Sousa que, acompanhado da família, fundou uma fazenda de gado.
Em
No entanto, o progresso foi incrementado a partir de 1910, com a chegada de José Pereira Paula e Alexandre de Melo Barbosa, procedentes de Crateús - CE. Incrementaram o desenvolvimento de atividades comerciais, agrícolas e pecuárias, sendo esta última, ainda hoje, a base fundamental da economia do município, que teve sua fase de maior desenvolvimento.
No final de 1953, um grupo de moradores liderado por Elisiário de Melo Barbosa iniciou um movimento visando à obtenção da autonomia administrativa, que foi alcançada em 1954, por ato do então governo Pedro de Almeida Freitas.
Criado o município, pela Lei no. 1.040 de 16 de julho de
O primeiro prefeito do município foi nomeado também por ato do governador, cujo teor era o seguinte: "O governo do Estado do Piauí: Resolve nomear o cidadão Pedro Nogueira Pereira para exercer o cargo, em comissão, de prefeito municipal de Pimenteiras. Palácio do Governo do Estado do Piauí, em Teresina, 09 de Agosto de 1954 (aa) Pedro de Almendra Freitas e Valdir Gonçalves. Prestou compromisso legal e tomou posse nesta data. Valença do Piauí, 17 de Agosto de 1954. O escrivão do judicial (a) Gil de Castro e Silva”
O topônimo admite mais de uma versão. No entanto, a mais provável origina-se do nome dos índios Pimenteiras que habitavam as margens da lagoa do mesmo nome, hoje Lagoa da Estiva, localizada a poucos quilômetros da sede municipal.
Os Precursores
Além de Evaristo Braz de Sousa, dos irmãos João e Manoel José Dantas, Enéas da Silva Nogueira, José Pereira Paula, Alexandre de Melo Barbosa, já mencionados nas notas histórias, é oportuno e justo incluir nesta categoria outras figuras que também contribuíram para o desenvolvimento do aglomerado, posteriormente povoado, e finalmente, município de Pimenteiras.
São figuras inesquecíveis e que, por conseqüência, merecem uma citação. São eles: Sabino de Moura, Luciano Barbosa de Sousa, Xisto Vitoriano de Carvalho, Inácio José Dantas, Joaquim Venâncio Leite, Firmino José Dantas, Manoel Demóstenes de Carvalho, Benedito de Sousa Martins, Cristiano Matias Bernardes, Antão Barroso da Silva, Francisco José Dantas, Antônio, José, João e Candido Martins da Silva Pimentel e João Ribeiro do Nascimento, para os mais íntimos João Cabeça Chata.
Formação Administrativa
Com terras desmembradas do município de Valença do Piauí, o ex-povoado de Pimenteiras, foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual No. 1.040, de julho de 1954.
A instalação ocorreu no dia 25 do mesmo mês e ano. Desde sua instalação, até os dias atuais, figura apenas com o distrito sede.
Texto extraído do livro “Pimenteiras Sua História Suas Famílias” Pedro Paula 1998.
sábado, 19 de setembro de 2009
Destaque da Semana - IGREJA MATRIZ DE PICOS

A Catedral Nossa Senhora dos Remédios, tem uma arquitetura neo-gótica que se destaca por suas duas belas e altas torres campanário situadas uma a cada lado de sua facha principal, de estrutura quadrada e terminada em forma de pirâmide pontiaguda. A igreja detêm um imenso espaço externo, com uma calçada.
Eleita uma das 7 maravilhas do Piauí, a Catedral de Nossa Senhora dos Remédios, é sem dúvida nenhuma o ponto turístico mais importante de Picos e também um dos mais belos do Piauí. Dentre os principais eventos religiosos, se destaca a festa da Padroeira Nossa Senhora dos Remédios que acontece no período de
Fonte: UPE
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pelas estradas do Piauí
Apreciem a seleção desta semana.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Destaque da semana - 247 anos de Castelo do Piauí
Foto reprodução
A cidade de Castelo do Piauí completa dia 13 deste, 247 anos de fundação. O município guarda muitas belezas naturais, misteriosas e imponentes como: A Pedra do Castelo, Castelo de Barrocas, Castelo Tucuns dos Miguel, além de inúmeros sítios arqueológicos espalhados na região que registram a presença de comunidades humanas, provavelmente, do período pré-histórico, são monumentais blocos de arenitos, assemelhando-se a castelos medievais. A cidade foi elevada à condição de município em 1742. Os princípios de sua história datam da época do Brasil Holandês.
O município está inserido na microrregião de Campo Maior e nele passa o Rio Poti, que dá origem a canyons de extrema beleza. O principal produto do município é a Cachaça. As principais marcas do município são: Mangueira, Mineirinha e Xodozinha. Atualmente, a lapidação e exportação da Pedra de Castelo também contribuem para o desenvolvimento econômico do município.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Barras - a Terra dos Governadores.
Barras, situada 120 km ao norte de Teresina, fica no centro de 6 barras de rios e riachos como os rios Marataoan , Longá e riachos Ininga, Riachão, Dantas e Santo Antonio.
Mas, no século XX, Barras se originaria de uma fazenda de gado que tinha como comum na época uma capela, construída pelo coronel e fazendeiro Miguel de Carvalho Aguiar, um militar baiano, na fazenda Buritizinho que por sua vez também daria início ao povoamento e a ocupação na região.
As fazendas realmente foram a forma de ocupação do solo e da distribuição dos colonos. O elemento indígena era quase inexistente, havia apenas alguns Alongás. Depois veio o negro para o serviço na lavoura, dando origem as pequenas senzalas.
A igreja , como já sabemos, foi a primeira forma de organização social do povoado e o marco inicial da formação do Distrito, da vida e da cidade.
As primeiras famílias a se radicalizarem no município, vindos da Bahia e Pernambuco estão: os Aguiar,os Cunhas, os Pires Ferreira, os Correia,os Rabelos,os Rodrigues, os Melos, os Borges Leal, os Carvalho de Almeida e os Castelo Branco.
Por outro lado, o vaqueiro tornava-se o principal tipo humano característico de Barras, também as quebradeiras de coco, as lavadeiras, os pescadores e colhedores de plantas da carnaúba que ainda hoje exercem suas funções “ vivas” na atual sociedade barrense.
Então, somente um século depois,com a povoação, Barras começaria sua emancipação de Campo Maior, que a tinha como condição de Distrito de Juizado de Paz, no ano de 1836.Três anos depois, a antiga capelinha do Buritizinho, se tornaria patrimônio da então N.S. da Conceição: criaria-se por Lei Provincial em 30 de dezembro de 1839, a Freguesia (ou Paróquia ) de Barras tendo seu território desmembrado de Santo Antonio de Campo Maior e de N.S. da Divina Graça de Parnaíba.
Porém, a emancipação política se completaria em 1841 com a Lei de 24 de setembro que funda a vila de N.S. da Conceição das Barras e o mencionado município - cuja instalação se dava em 19 de abril de 1824 - com a posse da primeira Câmara Municipal.
Criada a Freguesia e a Comarca, Barras já tinha todas as características de uma cidade, foi aí então que o governador do Piauí, Gregório Taumaturgo de Azevedo, que instituiu à categoria de cidade pelo Decreto nº 1 de 28 de dezembro de 1889 o qual consta:Eleva-se a cidade de Barras, União, Campo Maior e Piracuruca.
No entanto, Barras começaria a governar o Estado com Coriolano de Carvalho e Silva(1857-1926), o tal governador do Piauí entre os períodos de 1882 a 1886. Em seguida por Gregório Taumaturgo de Azevedo(1853-1921) que governou o Piauí entre 1889 a 1890. Depois foi a vez de Raimundo Arthur de Vasconcelos(1886-1922) governador do Estado, ex- deputado federal e ex- Senador da República. Agora vem David Moreira Caldas(1836-1871) que fundou no Estado o jornal Oitenta e Nove. Mathias Olímpio de Melo(1882-1967) também governador do Piauí entre 1924 a 1928 e Senador da República em 2 legislaturas entre 1946 a 1963. Por fim, Leônidas de Castro Melo(1897-1981), dep. Federal, Senador e presidente do TCU e governador do Piauí entre 1935 a 1945, foi ele quem mais permaneceu no poder do governo estadual. Realmente Barras faz jus a ser chamada a “Terra Dos Governadores”.












sábado, 5 de setembro de 2009
Destaque da semana - Teatro 4 de Setembro
Obra Inaugurada pelo Governador Coriolano de Carvalho e Silva em 21 de abril de
Fonte: Estação Piauí
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Litoral do Piauí
Trecho do litoral brasileiro onde, estão a cidade e o município de Luiz Correia teve os seus primeiros visitantes europeus ainda no alvorecer do século XVI. Foi o primeiro pedaço do atual território piauiense tocado pela gente branca da Europa.
Estabelecido o domínio português, muitos foram os navegantes que andaram pela costa do que seriam mais tarde a América do Sul. O litoral do Piauí, bem como a foz do rio Parnaíba e outros acidentes geográficos costeiros, foram todos devidamente Mapeados a partir de inúmeras expedições havidas no primeiro século da colonização. Tendo na criação de gado a sua atividade econômica primeira, no litoral a atividade pesqueira é o elemento Agregador do primeiro núcleo de habitantes brancos que, segundo os registros históricos, constituíram a partir de
Ressalte-se que as idas e vindas da legislação régia que dispunha sobre a criação da Capitania do Piauí no século XVIII acabam ensejando a apropriação pelo Ceará da área litorânea continental piauiense por mais de um século. Neste contexto, Amarração nasce como uma povoação sob jurisdição cearense e emancipar-se-á enquanto municipalidade sob as leis da dita província, no ano de 1874, instalada oficialmente em 1879. Sob os auspícios do Ceará, já houvera se tornado sede de Distrito e de Freguesia em 1865 e 1870, respectivamente.
Em 1880, por força de lei Imperial, o município de Amarração é incorporado ao Piauí, mediante troca feita com o município de Príncipe Imperial, que passou à jurisdição dos cearenses (são hoje os municípios de Crateús e Independência ) com enorme vantagem. Como fundamento da decisão, para além do reconhecimento de uma velha e comprovada marca fronteira, foi alegada a necessidade de o Piauí ter porto marítimo, o que tem sido uma permanente aspiração da população litorânea, notadamente de suas elites econômicas.
Grave, porém, foi uma avalanche (ressaca) do mar em 1888, que quase fez desaparecer sob as marés e nuvens de areia a sede da municipalidade. Reconstruída paulatinamente, a Vila estagnou, até que em 1922 foi ligada por via férrea ao restante do Piauí.
Na década de 1930, o município teve sua original e poética denominação mudada de Amarração para Luiz Correia, nome de um filho da terra.
A partir dos anos 70, Luís Correia tem passado por um processo de exploração urbana em função do dinamismo da atividade turística. A povoação, que durante mais de um século funcionou como estação de veraneio dos parnaibanos, viu instalar-se no seu território milhares de casas de praia pertencentes a pessoas oriundas de todo o estado, Notadamente da Capital, Teresina.
Foto Estação Piaui
A praia que se transformou em um grande balneário turístico, com casas de veraneio em quase toda a sua orla.
É a praia mais agitada do litoral piauiense, com mais de 50 bares e um grande fluxo de pessoas.
Outras Praias:
Praia de Macapá
Ao despejar as suas águas no mar, o rio Macapá forma um belo visual de tranqüilidade.
Praia da Barra Grande
Povoado calmo,ideal para descanso. O entardecer é belíssimo.
Cajueiro de Praia
Povoado de pescadores , praia para lazer e Habitat Natural do Peixe-boi marinho.




















